dissertação

Transmissibilidade e análise do genoma da estirpe andina do Potato virus s (pvs) detectada no Brasil

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Notas

Autores

Geraldino, Priscilla de Sousa

Editores

Coorientadores

Título da Revista

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Editor

Universidade Federal de Lavras

Faculdade, Instituto ou Escola

Escola de Ciências Agrárias de Lavras (ESAL)

Departamento

Departamento de Fitopatologia

Programa de Pós-Graduação

Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitopatologia

Agência de fomento

Tipo de impacto

Áreas Temáticas da Extenção

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Dados abertos

Resumo

Estudos moleculares preliminares realizados com a região da capa protéica do isolado da estirpe Andina do PVS (PVSA), denominado de BB-AND, detectado pela primeira vez no Brasil em 2007, mostraram que este possui características diferentes dos outros já descritos em diferentes regiões do mundo. Nesse trabalho deu-se continuidade a esses estudos, avaliando-se a eficiência de transmissão desse isolado pelos afídeos Myzus persicae e Aphis gossypii e realizando-se o sequenciamento completo do seu genoma. Quando plantas de Chenopodium quinoa foram doadoras do inóculo, o BB-AND foi transmitido pelo M. persicae para 46,6% das plantas da mesma espécie e para 20% das plantas de batata. Por outro lado, esse vetor transmitiu o vírus para 10% das plantas de batata e 11% das plantas de C. quinoa, nos testes em que as plantas de batata foram empregadas como doadoras. O afídeo Aphis gossypii não transmitiu o BB-AND de plantas de batata para batata, apenas de batata para 3% das plantas de C.quinoa inoculadas. A transmissão foi maior quando a planta doadora foi C.quinoa, 3% das plantas de batata e 13,3% das plantas de C. quinoa inoculadas. Foram sequenciados 2810 nucleotídeos no terminal 5´ do genoma viral, e 4712 no terminal 3´, faltando o fragmento intermediário com 970pb. Considerando-se o fragmento da região 5´ com 2810 nt, a identidade com os demais isolados do banco de dados variou de 75 e 76% enquanto que a identidade dos nucleotídeos do fragmento com 4712pb, variou de 81 a 85%. Analisando-se a região codificadora, identidade da sequência da região 5´ ORF1 (RdRp) com os isolados de PVSA foi de 75 a 80%. Na outra extremidade a identidade variou de 81 a 89%. As três ORFs seguintes, componentes do bloco triplo, apresentaram identidades semelhantes, de 82 a 90% quando comparadas com os outros isolados de PVSA, e de 81 a 86% com os isolados comuns.A região da capa protéica mostrou identidades de 79 a 100% com os isolados andinos e 80 a 98% com os isolados comuns. A ORF 6 mostrou identidade de 81 a 89% com outros PVSA e de 80 a 82% com PVSO.Considerando-se as árvores baseadas nas sequências de aminoácidos e nucleotídeos, os isolados Andinos tenderam a se agrupar separadamente dos isolados comuns, entretanto o BB-AND sempre mostrou certa distância dos demais, mostrando uma clara distinção dos isolados Andinos disponíveis no GenBank.

Abstract

Descrição

Área de concentração

Fitopatologia

Agência de desenvolvimento

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GERALDINO, P. de S. Transmissibilidade e análise do genoma da estirpe andina do Potato virus S (PVS) detectada no Brasil. 2009. 45 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.

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