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Respostas morfogenéticas de bananeira submetida à poliploidização

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Resumo

As principais cultivares de banana em uso são triplóides e suscetíveis à importantes pragas como a Sigatoka-negra, que pode causar até 100% de perdas. A doença é de controle difícil, caro e inviável para os pequenos produtores. Uma alternativa viável para contornar esse problema é a criação de novas variedades triplóides resistentes a essa doença e com boas características de fruto. Todavia, o melhoramento convencional não tem alcançado sucesso na obtenção de novas variedades devido à esterilidade observada em alguns genótipos triplóides. Assim, a poliploidização in vitro passa a constituir uma importante estratégia de melhoramento genético não convencional. Esse trabalho teve como objetivos: 1) Desenvolver uma metodologia de indução in vitro de autotetraplóides de genótipos diplóides Musa acuminata (AA) a partir de ápices caulinares; 2) Estudar as respostas morfofisiológicas in vitro dos ápices caulinares submetidos ao tratamento com colchicina e orizalina; 3) Desenvolver uma técnica eficiente e prática para identificar poliplóides com base na massa específica de discos foliares de plantas aclimatizadas; 4) Identificar por citometria de fluxo os poliplóides putativos pré-selecionados e correlacionar o resultado obtido com os resultados da espessura foliar. O trabalho foi realizado na Embrapa Cruz das Almas. Foram usados os diplóides NBA-14, Tong Dog Mak e Malbut. Pode-se concluir que tanto a colchicina quanto a orizalina, em concentração e tempo de exposição, adequados, podem ser usadas na poliploidização de bananeira. A colchicina apresenta maior fitotoxidez, do que a orizalina, no entanto, promove maior variabilidade morfológica nas plantas regeneradas e pré-selecionadas como poliplóides putativos. É possível pré-selecionar poliplóides mediante caracteres morfológicos. A utilização da massa específica de discos foliares permite distinguir diplóides de tetraplóides, sendo útil também na pré-seleção de poliplóides putativos. As plantas poliplóides identificadas por meio da massa específica de discos foliares foram confirmadas pela citometria de fluxo.

Abstract

Most banana cultivars used are triploids and susceptible to important diseases such as black Sigatoka which can lead to 100% of losses. Black Sigatoka control is difficult, costly and unviable to small producers. A viable alternative to overcome this setback is the development of new triploid varieties resistant to this disease and presenting good fruit characteristics. However, conventional breeding has not been very successful in the development of new varieties due to sterility observed in some triploids. Therefore, in vitro polyploidization becomes an important non-conventional genetic breeding strategy. The objectives of the present work are: 1) Develop a new in vitro autotetraploid induction methodology from diploid (AA) Musa acuminata shoot apex; 2) Study the in vitro morphophysiological responses of the shoot apex submitted to colchicine and oryzaline treatments; 3) Develop an efficient and practical technique based on the specific mass of leaf disks of acclimatized plants; 4) Identify, via flow cytometry, putative pre-selected polyploids and correlate to results obtained with the results regarding leaf thickness. The work was carried out at Embrapa located in Cruz das Almas. The following diploids were used: NBA-14, Tong Dog Mak and Malbut. It is concluded that colchicine as well as oryzaline, in adequate concentration and time of exposure, can be used in banana polyploidization. Colchicine presents greater phytotoxicity than oryzaline; however, it promotes greater morphologic variability in regenerated and pre-selected plants as putative polyploids. It is possible to pre-select polyploids by morphologic characteristics. The use of the specific mass of leaf disks enables to distinguish diploids from tetraploids being also useful in the pre-selection of putative polyploids. The polyploid plants identified using the specific mass of leaf disks were confirmed by flow cytometry.

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COSTA, F. H. da S. Respostas morfogenéticas de bananeira submetida à poliploidização. 2010. 134 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia )-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2010.

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