dissertação
Micropropagação de uvaieira (Eugenia pyriformis Cambess
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
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Resumo
A uvaieira se destaca por possuir um grande potencial como planta frutífera e propriedades para ser explorada como ornamental e na revegetação de áreas degradadas. O presente trabalho teve como objetivo desenvolver um protocolo de micropropagação de plântulas de uvaieira (Eugenia pyriformis Cambess). Maior efetividade no processo de desinfestação de sementes de uvaieira é obtida quando é realizada uma nova assepsia com hipoclorito de sódio após a retirada do tegumento das sementes. A concentração de sais nos meios de cultura WPM e MS limita a taxa de germinação das sementes de uvaieira, sendo essa maximizada quando as sementes são germinadas em meio MS. É dispensável o uso de GA3 e recomendável a adição de 15 g L-1 de sacarose. Não há influência do pH e do substrato na germinação. Maior vigor e maior velocidade no desenvolvimento de plantas são obtidos quando as sementes germinam nos substratos areia e vermiculita. O regulador de crescimento BAP não foi efetivo na formação de brotações em explantes caulinares e mesmo não sendo significativo estatisticamente, o maior número médio de folhas, gemas, e o comprimento das maiores brotações, bem como maior número de brotos, foram obtidos no tratamento suplementado com 1,0 mg L-1 de BAP. Os reguladores de crescimento ANA e AIB não foram efetivos na formação de raízes e estas se formaram mesmo na ausência de reguladores de crescimento. O período de pré-aclimatização em sala de crescimento aumenta a proporção de sobrevivência de plântulas e a abertura gradual do saco plástico envoltório dos tubetes caracteriza um processo viável de aclimatização. Para a formação de calos, é essencial a presença de picloram, não sendo observada a formação de calos na ausência de reguladores de crescimento. A interação entre picloram e cinetina mostrou-se importante no aumento da calogênese em explantes foliares, sendo a combinação de 0,1 mg L-1 de cinetina e 1,0 mg L-1 de picloram mais efetiva. A calogênese em segmentos caulinares foi maximizada na ausência de cinetina e na presença de 0,5 mg L-1 de picloram. O 2,4-D não foi eficiente na indução de calos em explantes foliares e caulinares.
Abstract
The species Eugenia pyriformis Cambess presents potential to be explored as a fruity and ornamental plant as well as in environmental preservation. The objective of this research was to establish a protocol for its micropropagation. Higher effectiveness in the seed disinfestation process is achieved when seeds are treated with sodium hypochlorite after their removal from tegument. The concentration of salts on WPM and MS medium limits the germination, which is maximized when the seeds are inoculated in MS. The use of GA3 is not required and the addition of 15 g L-1 sucrose is recommended. Higher plant development and vigor are obtained when seeds germinate using sand and vermiculite as substrates. Even though the use of BAP had no effect on shoot induction, higher average number of leaves and buds, the length of the highest shoot and higher shoot number were obtained in the presence of 1.0 mg L-1 BAP. The use of NAA and IBA were not effective on root formation which was observed in the absence of growth regulators. Pre acclimatization in growth room increases the rate of plant survival and the gradual opening of the tube plastic wrapper turned to be a viable acclimatization process. For callus formation, the presence of picloram is essential and no callus was observed in the absence of growth regulators. The interaction between picloram and kinetin was important to increase callus formation from leaf explants and the most effective combination was 0.1 mg L-1 kinetin +1.0 mg L-1 picloran. Maximization of callus formation from shoot segments was obtained in the absence of kinetin and presence of 0.5 mg L-1 picloram. The use of 2,4-D had no effect on callus induction in leaf and shoot explants.
Descrição
Área de concentração
Fisiologia Vegetal
Agência de desenvolvimento
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Impacto da pesquisa
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DOI
Citação
NASCIMENTO, A. da C. Micropropagação de uvaieira (Eugenia pyriformis Cambess). 2006. ii, 125 p. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2006.
