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A vontade como fundamento da política em Agostinho
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Resumo
No livro XIX d’A cidade de Deus, Agostinho refuta a definição ciceroniana de populus, fundamentada na justiça, na natureza e na razão, e reformula-a segundo uma concepção de vontade ou amor. Tal empreendimento revela concepções distintas de justiça e natureza dos dois autores. Assim, o fundamento da política agostiniana não é nem a natureza, nem a razão, pois, notadamente contra Cícero, Agostinho empreende uma desnaturalização da política. Nosso propósito será investigar os traços do voluntarismo político agostiniano.
Abstract
In The city of God, book XIX, Augustine rejects the Ciceronian definition of populus, founded on justice, nature and reason, redefining it according to a conception of will or love. Such an endeavor reveals different conceptions of justice and nature. The Augustinian foundation of politics is neither nature nor reason, for, contrary to Cicero, Augustine argues for a denaturalization of politics. Our purpose here is to investigate the features of Augustinian political voluntarism.
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SILVA FILHO, L. M. A vontade como fundamento da política em Agostinho. Síntese: Revista de Filosofia, Belo Horizonte, v. 45, n. 142, 2018.
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