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Biopolíticas no movimento do vivo: racialidades, sexualidades como campo de problematização e de política cultural
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Resumo
Este trabalho busca tencionar palavras como forma de aprendizado, estranhamento e
potência de reflexão da política cultural. Temos percebido que palavras acopladas aos
sufixos “ismos e dades” ditas de diferentes lugares, em alguns momentos parecem e dizem
a mesma coisa. Percebemos que o uso do sufixo ‘ismo’, ordena-se em torno de posições
binárias do constructo da afirmação da identidade (nós) e marcação da diferença (eles).
Reafirmamos que os sufixos não são, simples categorias gramaticais, mas, evidentes
indicadores de posições de sujeito fortemente marcadas por relações de poder. Se é poder,
estamos por dentro dos grupos minoritários, nos movimentos sociais e na academia,
disputando-o. Por isso, nossa aposta política direciona-se na problematização das políticas
culturais e em sua distribuição.
Abstract
Descrição
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Agência de desenvolvimento
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Resumen
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RODRIGUES, A.; DALLAPICULA, C.; CORREA, M. A. C. B. Biopolíticas no movimento do vivo: racialidades, sexualidades como campo de problematização e de política cultural. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE A DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO, 6., 2012, Salvador. Anais... Salvador: ABEH, 2012. p. 1-14.
