tese
Deficiências nutricionais em bananeira ornamental (Musa velutina H. Wedl. & Drude): Alterações químicas e morfológicas e caracterização de sintomas visuais
Carregando...
Notas
Data
Autores
Orientadores
Editores
Coorientadores
Membros de banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Faculdade, Instituto ou Escola
Departamento
Programa de Pós-Graduação
DCS - Departamento de Ciência do Solo
Agência de fomento
Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
O objetivo deste trabalho foi de caracterizar os sintomas visuais de deficiências nutricionais simples e múltiplas, a composição química, exportação e aspecto de cachos sob omissão de nutrientes, efeitos de deficiências nutricionais no crescimento e na nutrição mineral e alterações morfo-anatômicas. O experimento foi realizado em casa-de-vegetação da área experimental do Departamento de Ciência do Solo da Universidade Federal de Lavras (Lavras-MG). O experimento foi iniciado em novembro de 2006, por um período de seis meses. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 5 repetições e 12 tratamentos. Os tratamentos consistiram de: Solução Hoagland & Arnon (1950) completa, com omissão de N (-N), com omissão de P (-P), com omissão de K (-K), com omissão de Ca (-Ca), com omissão de Mg (-Mg), com omissão de S (-S), com omissão de B (-B), com omissão de Fe (-Fe), com omissão de Mn (-Mn), com omissão de Ca e B (-CaB) e com omissão de Mg e Mn (-MgMn). Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância e as médias avaliadas pelo teste Scott & Knott (p ≤ 0,05). As plantas foram observadas, verificando-se as alterações decorrentes das omissões de nutrientes e os sintomas caracterizados e fotografados à medida que ocorriam durante o período experimental. Os sintomas visuais de deficiências nutricionais foram semelhantes aos descritos na literatura para a bananeira comestível. Há dominância dos sintomas de B quando esse nutriente é omitido em conjunto com o Ca. Sob omissão simultânea de Mg e Mn, os sintomas apresentados foram característicos dos dois nutrientes. Na ocasião da colheita, os cachos foram fotografados e os efeitos dos tratamentos foram avaliados através de medidas e aparência visual dos mesmos. Foram avaliados o comprimento do engaço, número de pencas, número de frutos, comprimento e diâmetro do fruto central da primeira penca e determinados os teores e acúmulos de nutrientes dos cachos. Sob omissão de N, K e B não houve emissão de cachos. A omissão de nutrientes tanto de forma simples quanto múltipla afetou os parâmetros de crescimento dos cachos assim como seu aspecto visual. A omissão de Mn e MgMn diminuíram a intensidade da cor dos cachos. A ordem de exportação de nutrientes pelos cachos foi: K> N> Ca> Mg> P> S> Fe> Zn> Mn> B> Cu. Foram avaliados semanalmente a altura das plantas e o diâmetro do pseudocaule. Por ocasião da colheita foi avaliado ainda o número de folhas e o comprimento e largura da terceira folha. As plantas foram divididas em folhas + pseudocaule, rizoma, raiz e perfilhos para determinação da composição química de cada parte. Na emissão da inflorescência foi coletada a folha III para determinação química. Foram determinadas as curvas de crescimento e a área abaixo da curva de crescimento das plantas sob cada tratamento. A omissão de nutrientes tanto de forma simples quanto múltipla afetou os parâmetros de crescimento das plantas, a produção de matéria seca e os teores e acúmulos de nutrientes. O nutriente que mais afetou a produção de matéria seca foi o K. Sob omissão de K não houve emissão de perfilhos. De maneira geral, os teores encontrados para bananeira ornamental estavam próximos aos preconizados na literatura para as bananeiras comestíveis. Para a análise anatômicas partes das folhas sintomáticas foram coletadas. Essas folhas foram fixadas em FAA70 e conservadas em etanol 70%. Foram realizados cortes transversais para medições da espessura das epidermes, hipodermes e dos parênquimas. Foram ainda medidos a densidade estomática da face abaxial e adaxial e os diâmetros polar e equatorial dos estômatos. Somente a espessura da epiderme adaxial não foi afetada pela omissão de nutrientes. A densidade estomática e os diâmetros polar e equatorial foram afetados pelos tratamentos.
Abstract
Descrição
Área de concentração
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
Palavras-chave
ISBN
DOI
Citação
PINHO, P. J. de. Deficiências nutricionais em bananeira ornamental (Musa velutina H. Wedl. & Drude): alterações químicas e morfológicas e caracterização de sintomas visuais. 2007. 152 p. Tese (Doutorado em Ciência dos Alimentos)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.
