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Aprendizagem de língua inglesa no cárcere

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Resumo

Este artigo tem como objetivo fazer uma análise de conteúdos ensinados em aulas de Língua Inglesa dentro do contexto carcerário, para depois propor conteúdos e planos de trabalho que possam ser relevantes para este grupo de pessoas. A investigação tem base qualitativa e é feito um estudo de caso com uma turma do Ensino Médio de uma escola penitenciária. Os alicerces teóricos para esta pesquisa derivam dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Inglesa para o Ensino Médio (2000) e o Conteúdo Básico Comum de Língua Inglesa para o Ensino Médio para o Estado de Minas Gerais (2008), ressaltando os conceitos de atividades sociais no ensino de Língua Inglesa (LIBERALI, 2012) e as propostas de ensino para ambientes prisionais sugeridas por Thomas e Thomas (2008). Discussões sobre cidadania, liberdade e sua relação à Educação (CLOUGH e HOLDEN, 2002; PERRENOUD, 2005 e FREIRE, 1967, 1970), bem como os princípios de punição propostos por Foucault (2003) subjazem o estudo. A discussão indica caminhos para uma proposta de ensino-aprendizagem de língua inglesa mais coerente com o contexto alvo, calcada na perspectiva de atividade sociais e que, potencialmente, promove co-participação dos apenados nas decisões sobre temas a serem incluídos na disciplina, dando-lhes, assim, liberdade para aprenderem a língua alvo e também possibilidades para desenvolverem cidadania, mesmo estando em regime de reclusão.

Abstract

This article aims to analyze the content taught in English classes at a specific the prison context, then propose content and work plans that may be relevant for this group of people. Based on qualitative principles, a case study conducted with a high school class in a prison school. The theoretical foundations derive from the English Language National Curriculum Guidelines for Secondary Education PCN-LE (2000) and the English Language Common Basic Contents for Secondary Education for the State of Minas Gerais (CBC-LE, 2008), emphasizing the concepts of social activities (LIBERALI, 2012) and educational proposals for prison interns as suggested by Thomas and Thomas (2008). Discussions on citizenship, freedom and its relationship to Education (CLOUGH e HOLDEN, 2002; PERRENOUD, 2005 e FREIRE, 1967, 1970), and Foucault’s elaborations on punishment (2003) underlie the study. The discussion indicates actions more coherent with the target context, based on the perspective of social activity, promoting co-participation of convicts in decisions about topics to be included in the discipline, allowing them, therefore, some freedom to learn the target language as well as opportunities to develop citizenship, despite being in a confinement regime.

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BATISTA, R. de C.; ROMERO, T. Aprendizagem de língua inglesa no cárcere. Caminhos em Linguística Aplicada, Taubaté, v. 17, n. 3, p. 397-420, 2017.

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