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Vegetative propagation of redberry using refrigeration, IBA and BAP

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Resumo

O crescente interesse pelo cultivo da amoreira-vermelha fez surgir a necessidade de otimizar a produção de suas mudas. O objetivo deste trabalho foi estudar a técnica de propagação vegetativa da amoreira-vermelha. Foram realizados quatro experimentos sequenciais. Nos dois primeiros experimentos, foram coletadas estacas caulinares e radiculares. No primeiro experimento, as estacas foram tratadas com diferentes concentrações de AIB: 0, 1000, 2000, 3000 e 4000 mg L–1 por 10 s. Já no segundo experimento, as estacas foram separadas em feixes de dez estacas e armazenadas em geladeira (temperatura próxima a 4°C), por diferentes períodos: 10, 20 e 30 dias, além do controle, que foi constituído por uma parte de estacas que não passou pelo processo de armazenamento. No terceiro experimento, foram realizadas mergulhias em ramos semilenhosos da amoreira-vermelha por dois métodos: mergulhia de ponta e alporquia. Foram aplicadas diferentes concentrações de AIB: 0, 1000, 2000, 3000 e 4000 mg L–1. O quarto experimento de enraizamento avaliou apenas estacas radiculares, sem serem tratadas com AIB, tendo sido armazenadas por 14 dias. Após o período de armazenamento, as estacas foram tratadas com diferentes concentrações de BAP: 0, 300, 600, 900, 1200 e 1500 mg L–1 por 10 s. Concluiu-se que estacas radiculares possuem maior enraizamento do que as estacas caulinares, não necessitando de AIB, na melhoria do enraizamento, e de BAP, para estimular a brotação. O armazenamento das estacas radiculares por 14 dias mostrou-se mais eficiente no estímulo do enraizamento e da brotação. A mergulhia não promoveu bons resultados.

Abstract

Increasing interest in the cultivation of redberries has created a need to optimize seedling propagation. This work examines techniques for the vegetative propagation of redberry. Four sequential experiments were conducted. In the first two experiments, we collected stem and root cuttings. In the first experiment, the cuttings were treated with different IBA concentrations, 0, 1000, 2000, 3000 and 4000 mg L–1, for 10 s. In the second experiment, the cuttings were separated into bundles of ten cuttings each and stored in a refrigerator (approximately 4 °C) for different time periods: 10, 20 and 30 days; the control was a portion of cuttings that was not subjected to refrigeration. In the third experiment we performed two methods of layering in semi-hardwood branches of redberry: tip and air layering. We also applied different IBA concentrations: 0, 1000, 2000, 3000 and 4000 mg L–1. The fourth experiment evaluated only root cuttings stored for 14 days without being treated with IBA. After the storage period, the cuttings were treated with different concentrations of BAP, 0, 300, 600, 900, 1200 and 1500 mg L–1, for 10 s. We concluded that root cuttings embed deeper than stem cuttings and do not require IBA to improve rooting or BAP to stimulate growth. Storage for 14 days was more effective in stimulating rooting and sprouting. Layering did not provide good results.

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PATTO, L. S. et al. Vegetative propagation of redberry using refrigeration, IBA and BAP. Revista de Ciências Agrárias, Belém, v. 56, n. Supl., p. 140-144, 2013. DOI: 10.4322/rca.2013.094

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