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The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic

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Resumo

Segundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de definição dos princípios de abstração — como extrapolados a partir do §64 do Grunlagen de Frege — inclui um requisito adicional (que denomino como a condição de especificidade) que não é satisfeito pela Lei Básica V, embora seja satisfeito por outras abstrações de ordem superior, tal como o Princípio de Hume. Mostro também que a falha deste requisito adicional no caso da Lei Básica V é engendrada por uma característica essencial da concepção de Frege da lógica, e que, assim, o próprio Frege não deveria ter tomado a Lei Básica V como uma definição por abstração.

Abstract

According to the Bad Company objection, the fact that Frege’s infamous Basic Law V instantiates the general definitional pattern of higher-order abstraction principles is a good reason to doubt the soundness of this sort of definitions. In this paper I argue against this objection by showing that the definitional pattern of abstraction principles – as extrapolated from §64 of Frege’s Grundlagen– includes an additional requirement (which I call the specificity condition) that is not satisfied by the Basic Law V while is satisfied by other higher-order abstractions such as Hume’s Principle. I also show that the failure of this additional requirement in the case of Basic Law V is engendered by an essential feature of Frege’s conception of logic and thus that Frege himself should not have regarded the Basic Law V as a definition by abstraction.

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CICCARELLI, V. The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic. Perspectiva Filosófica, Recife, v. 47, n. 2, p. 231-247, 2020.

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