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Special Edition – 22 cem anos depois: Centenary of Week of Modern Art: “Still Modernism? Modernism rides again…”

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The Week of Modern Art does not reflect the whole Modernist Movement, as they imagine the most naive interpretations, and others not so naive, but interested. However, the Week is a milestone. That is undeniable, at least as a performance event. Also, Brazilian Modernism cannot fit only within the Week’s limits. Notwithstanding, its destinies are, for better or worse, connected somehow. At least because some of its greatest figures – Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Villa-Lobos, e latter Tarsila do Amaral, among the most renowned ones – became central to the art production and cultural politics in Brazil during the 20th Century. So that the appraisal of these figures – and their works – weighs heavily in the appreciation of the Week and the Modernist Movement.

Abstract

A Semana de Arte Moderna de 1922 não traduz todo movimento modernista, como imaginam as interpretações mais ingênuas, e outras não tão ingênuas, posto que interessadas. Todavia, é inegável que ela, enquanto evento performático, marca uma data. Também o modernismo brasileiro não cabe todo nela, muito menos se restringe à Semana de 22. Não obstante, seus destinos estão, para o bem ou para o mal, de alguma forma ligados entre si. Ao menos porque seus maiores nomes – Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Villa-Lobos, e depois Tarsila do Amaral, dentre os mais conhecidos e reconhecidos – tornaram-se figuras referenciais para a produção artística e na política cultural do século XX no Brasil. De forma que a avaliação destas figuras – e a respeito das suas obras – pesam nas avaliações sobre a Semana e sobre o movimento modernista.

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CASTRO, C. P. de. Special Edition – 22 cem anos depois: Centenary of Week of Modern Art: “Still Modernism? Modernism rides again…”. Brazilian Research and Studies Center, [S.I.], v. 3, n. 3, Feb. 2022.

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