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Estudo do comportamento de fibras modificadas de Eucalyptus na sorção de petróleo

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Dados abertos

Resumo

As fibras lignocelulósicas destacam-se por sua capacidade de adsorver óleo, podendo ser uma solução promissora para conter derramamentos de óleo. Embora a sorção seja amplamente empregada, há preocupações quanto à acessibilidade, eficiência e viabilidade em uma economia circular sustentável. Este estudo enfoca a viabilidade do uso de fibras de eucalipto, naturais e modificadas, para remoção de petróleo da água, bem como a caracterização dos biossorventes. As fibras de eucalipto, materiais lignocelulósicos de fonte renovável e biodegradável, foram empregadas em quatro granulometrias e modificadas quimicamente com tratamentos de álcali e ácido, para a avaliação de seus efeitos na sorção de petróleo. A caracterização incluiu mensuração em relação ao comprimento, largura e diâmetro do lume das fibras naturais, hidrofobicidade, oleofilicidade, umidade, teor de gordura, análise química e FTIR. Testes de sorção foram realizados em petróleo cru de diferentes viscosidades, e sua mistura com água do mar em sistemas estático e agitado. Os resultados mostraram que as fibras de eucalipto in natura apresentaram maior capacidade de sorção com a diminuição da granulometria. Ademais, a capacidade de sorção da fibra in natura >420 μm obteve a capacidade máxima de 17,99±0,528 g.g-1 de biossorvente em sistema seco. A capacidade de adsorção do material natural superou a do material comercial usado para comparação, com resultados de capacidade de sorção máxima de 17,99±0,528 e 13,13±0,093 g.g-1 de biossorvente em sistema seco, respectivamente. Houve diminuição significativa do ângulo de contato após modificação com hidróxido de sódio, consequentemente, a capacidade de sorção de petróleo deste biossorvente também reduziu. Ainda assim, os biossorventes naturais e modificados são considerados hidrofóbicos. Conclui-se que as fibras de eucalipto, naturais e modificadas, apresentam potencial no uso como biossorventes para remoção de óleo em ambientes aquáticos, quando comparado a outros biossorventes estudados.

Abstract

Lignocellulosic fibers stand out for their ability to adsorb oil, presenting a promising solution for containing oil spills. Although sorption is widely employed, concerns remain regarding accessibility, efficiency, and feasibility within a sustainable circular economy. This study focuses on the feasibility of using eucalyptus fibers, both natural and chemically modified, for the removal of oil from water, as well as the characterization of the biosorbents. Eucalyptus fibers, which are renewable and biodegradable lignocellulosic materials, were used in four granulometries and chemically modified with alkali and acid treatments to evaluate their effects on oil sorption. The characterization included measurements of the length, width, and lumen diameter of the natural fibers, hydrophobicity, oleophilicity, moisture content, fat content, chemical analysis, and FTIR. Sorption tests were conducted with crude oil of different viscosities and its mixture with seawater in static and agitated systems. The results showed that natural eucalyptus fibers exhibited greater sorption capacity with decreasing granulometry. Furthermore, the sorption capacity of natural fibers >420 μm achieved a maximum capacity of 17.99±0.528 g.g−1 of biosorbent in a dry system. The adsorption capacity of the natural material surpassed that of the commercial material used for comparison, with maximum sorption capacities of 17.99±0.528 and 13.13±0.093 g.g−1 of biosorbent in a dry system, respectively. There was a significant reduction in the contact angle after modification with sodium hydroxide, which consequently reduced the oil sorption capacity of this biosorbent. Nevertheless, both natural and modified biosorbents are considered hydrophobic. It is concluded that eucalyptus fibers, both natural and modified, show potential for use as biosorbents for oil removal in aquatic environments when compared to other studied biosorbents.

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PIRES, Marina Rates. Estudo do comportamento de fibras modificadas de Eucalyptus na sorção de petróleo. 2024. 81 p. Tese ( Doutorado em em Ciência e Tecnologia da Madeira) - Universidade Federal de Lavras, 2024.

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