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Fosfito de potássio na indução de resistência a Verticillium dahliae Kleb., em mudas de cacaueiro (Theobroma cacao L.)
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Resumo
Há vários relatos da utilização de fosfitos no controle de doenças de plantas, por meio de ação direta, antifúngica e indireta por indução de resistência. Essa atuação como indutor é questionada, não sendo encontradas, em muitos desses trabalhos, evidências de respostas de defesa ativadas pelos sais de fosfito. Com o presente trabalho, objetivou-se estudar o efeito de doses (0,62; 1,25; 2,5 e 5 mL.L-1 de água) de fosfito de potássio na indução de resistência em mudas de cacaueiro a V. dahliae, além de investigar os possíveis mecanismos envolvidos na resposta de defesa. Foram realizados experimentos no Laboratório de Fisiologia do Parasitismo e casa-de-vegetação do Departamento de Fitopatologia UFLA. A aplicação foliar do fosfito foi realizada 7 dias antes das inoculações e as avaliações de severidade foram realizadas aos 20, 30, 40, 50 e 60 dias após a inoculação. Foi realizado também um experimento para verificar o efeito tóxico direto e outro para avaliar a atividade das enzimas peroxidases e polifenoloxidases e a concentração de lignina. O tratamento com o fosfito de potássio (1,25 mL.L-1 de água) proporcionou 10% de redução na área abaixo da curva de progresso da severidade da murcha-de-Verticillium (AACPD), 60 dias após aplicação foliar, não diferindo de nenhuma das doses, nem da testemunha. Todas as doses utilizadas apresentaram efeito fungitóxico, inibindo a germinação de V. dahliae. A aplicação do fosfito de potássio (1,25 mL.L-1 de água) não induziu aumento na atividade das enzimas peroxidases e polifenoloxidases em relação à testemunha. Plantas tratadas com esse produto apresentaram um pequeno incremento na concentração de lignina, não apresentando diferença significativa da testemunha absoluta.
Abstract
There are several reports concerning with the use of phosphites for controlling of plant diseases, through direct action, antifungal, and indirect, by resistance induction. The performance of phosphites as inducer of resistance is questioned, not finding in many of those papers, evidences of defense responses activated by these salts. The present work aimed at studying the effect of doses (0.62; 1.25; 2.5 and 5.0 mL.L–1 of water) of potassium phosphite on the protection of cocoa seedlings against V. dahliae, besides investigating the possible mechanisms involved in the defense response. Experiments were accomplished at the laboratory of Physiopathology and in a greenhouse at the Plant Pathology Department – UFLA. Foliar applications of phosphite were carried out 7 days before inoculation and severity assessments at 20, 30, 40, 50 and 60 days after inoculation. Experiments were also set to verify the toxic effect of phosphites and to evaluate the action of the enzymes peroxidases and polyphenoloxidases and the lignin content. The treatment with the potassium phosphite (1.25 mL.L–1 of water) provided only 10% reduction in the area under the disease progress curve (AUDPC), 60 days after spraying, not differing from none of the doses, nor from the dose zero. All the used doses presented antifungal effect, inhibiting the germination of V. dahliae conidia. The application of the potassium phosphite (1.25 mL.L–1 of water) did not induce increase in the activities of the enzymes peroxidases and polyphenoloxidases in relation to the control. Treated plants with that product presented a small increment in the lignin content, not presenting a significant difference to the absolute control.
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RIBEIRO JUNIOR, P. M. et al. Fosfito de potássio na indução de resistência a Verticillium dahliae Kleb., em mudas de cacaueiro (Theobroma cacao L.). Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 30, n. 4, p. 629-636, jul./ago. 2006.
