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Viabilidade técnica e econômica do cultivo de safrinha do girassol irrigado na região de Lavras, MG
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Editora da Universidade Federal de Lavras
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Tipo de impacto
Áreas Temáticas da Extenção
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Dados abertos
Resumo
Abstract
Descrição
Por meio deste estudo de viabilidade técnica-econômica utilizou-se os dados experimentais obtidos na Universidade Federal de Lavras (UFLA), no período de março a julho de 2004, com o objetivo de avaliar as eficiências técnicas e econômicas do cultivo do girassol na região de Lavras, MG, no período de safrinha, em duas situações distintas, sendo uma na condição que o produtor não possui o sistema de irrigação (não irrigante) e outra que o produtor é irrigante e quer decidir de que forma deve conduzir a lavoura. Os dados utilizados foram provenientes de experimentos conduzidos com os tratamentos de lâminas de água referentes à reposição pela irrigação, de 75, 100 e 130% da evapotranspiração estimada para a cultura, num intervalo de dois dias (turno de rega fixo) e a testemunha que não era irrigada, correspondendo, respectivamente, às lâminas de água recebida de 350,84 mm, 428,70, 522,14 e 117,20 mm. Os dados usados na análise foram a produtividade do girassol obtida nos experimentos e os custos da lavoura nas duas condições anteriormente citadas. Para o caso da lavoura irrigada, considerou-se como sistema de irrigação o pivô central e a estimativa dos custos da lavoura foi baseada na teoria dos custos de produção. Os resultados mostraram que houve eficiência técnica, uma vez que a produtividade média para a situação não irrigada (117,2 mm de chuva) foi de 1924,27 kg ha-1 e para a situação de irrigação de 2293,15 kg ha-1, 2564,26 kg ha-1 e 2863,12 kg ha-1, respectivamente para as lâminas de água correspondentes de 350,84, 428,70 e 522,14 mm. Na situação econômica analisada, cujo preço da saca de girassol considerado foi de R$31,80 (junho/2004), recomenda-se para o produtor irrigante a aplicação da lâmina de 522,14 mm de água ao longo do ciclo, mas a persistir tal situação, o produtor poderá entrar em um processo de descapitalização, não repondo parte do capital fixo, tendo que optar por outra alternativa de mercado.
