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Título: Incidência de ocratoxina A em vinhos e avaliação da exposição dos consumidores
Autor(es): Abreu, Priscilla Silva de
Orientador: Batista, Luís Roberto
Coorientador(es): Valeriano, Carolina
Membro da banca: Goulart, Patrícia de Fátima Pereira
Souza, Sara Maria Chalfoun de
Área de concentração: Ciência dos Alimentos
Assunto: Ocratoxina A
Vinho
Exposição humana
Ochratoxin A
Wine
Human exposure
Data de Defesa: 31-Jan-2013
Data de publicação: 2013
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES
Referência: ABREU, P. S. de. Incidência de ocratoxina A em vinhos e avaliação da exposição dos consumidores. 2013. 95 p. Dissertação (Mestrado em Ciência dos Alimentos)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2013.
Resumo: A avaliação da exposição às micotoxinas constitui um importante aspecto para a saúde pública, tendo em vista a possibilidade de prevenir ou minimizar a incidência de doenças decorrentes da sua interação com o organismo. A OTA tem sido frequentemente encontrada como contaminante de uvas, vinhos e suco de uva, sendo considerada uma das micotoxinas mais prejudiciais à saúde humana. Neste contexto, este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a ocorrência de OTA em vinhos nacionais (vinhos de mesa) e importados, bem como avaliar o risco de exposição humana à toxina. A quantificação de OTA nas amostras de vinhos foi realizada pelo método de cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), com detecção por fluorescência. Parte das amostras analisadas (36,84%) apresentou contaminação por ocratoxina A, sendo todas as amostras importadas. A contaminação por ocratoxina A nos vinhos foi relativamente baixa, com exceção de duas amostras provenientes da França e da Argentina, para as quais foram obtidos valores de 2,47 e 2,78 μg/L, respectivamente. Apenas duas amostras de vinhos de mesas analisadas estavam contaminadas, sendo ambas provenientes de Portugal. Do total de amostras contaminadas, 85,71% apresentaram níveis de contaminação por ocratoxina A menores que 2 μg/L. Os vinhos em que a OTA não foi detectada ou que a concentração foi inferior ao LQ <0,16 foram os de mesa tintos nacionais, brancos e rosé. Das amostras de vinhos nacionais, nenhuma apresentou contaminação por OTA, fato este relevante, já que a produção e o consumo da bebida no país vêm crescendo a cada ano, apesar de o consumo de importados pela população brasileira ainda ser predominante. Em relação ao risco de exposição humana à toxina por meio do consumo de vinhos, mesmo nas amostras que obtiveram valores de contaminação acima do permitido, o risco foi baixo, já que o consumo dessa bebida no Brasil ainda é limitado.
The assessment of exposure to mycotoxins is an important aspect of public health in view the possibility of preventing or minimizing the incidence of diseases resulting from its interaction with the body. OTA has been frequently found as a contaminant of grapes, grape juice and wine, and is considered one of the most harmful mycotoxins to human health. In this context, this study was to evaluate the occurrence of OTA in domestic wines (table wines) and imported, as well as assess the risk of human exposure to the toxin. The quantification of OTA in wine samples was performed by the method of high performance liquid chromatography (HPLC) with fluorescence detection. Part of the samples (36.84%) showed contamination by ochratoxin A, all samples being imported. Ochratoxin A contamination in wine was relatively low, with the exception of two samples from France and Argentina who obtained values of 2.47 and 2.78 mg/L respectively. Only two samples of table wines analyzed were contaminated both from Portugal. Of the total number of contaminated samples, 85.71% had levels of ochratoxin A contamination by less than 2 μg/L. The wines that OTA was not detected or the concentration was below the LQ <0.16 were the national red table wine, white and rosé. Samples of national wines, showed no contamination by OTA, a fact relevant as the production and consumption of the beverage in the country are growing each year, despite the consumption of imported wines by the Brazilian population is still predominant. Regarding the risk of human exposure to the toxin through consumption of wine, even in samples that had values above the permitted contamination, the risk was low, since this beverage consumption in Brazil is still limited.
Informações adicionais: Dissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos, área de concentração em Ciência dos Alimentos, para a obtenção do título de Mestre.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/681
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções: DCA - Ciência dos Alimentos - Mestrado (Dissertações)

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