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Viabilidade econômica do cultivo da alface crespa em monocultura e em consórcio com pepino

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O cultivo protegido, entre outras vantagens, possibilita diminuir a sazonalidade na oferta e melhorar a qualidade das hortaliças. No entanto, constitui-se em tecnologia de elevado custo, que pode ser atenuado com o aumento na eficiência do uso da área protegida, proporcionado pelo cultivo consorciado. O trabalho foi realizado em casa de vegetação, na Unesp, Jaboticabal, SP, no período de agosto e novembro de 2005, e objetivou-se verificar o custo operacional total (COT) e a rentabilidade líquida da alface crespa 'Verônica' (Lactuca sativa L.) em monocultura e consorciada com pepino japonês 'Hokushin' (Cucumis sativus L.), em ambiente protegido. Os principais itens de custos estimados foram os referentes à operações, insumos e materiais. Para a alface crespa em monocultura e em consórcio, o COT foi de R$ 696,37 e R$ 295,06/614,4 m², e as produtividades de 890,78 e 822,53 kg/614,4 m², respectivamente em monocultura e em consórcio e as receitas brutas obtidas foram de R$ 489,93 e R$ 452,39/614,4 m². Em cultivo protegido, a monocultura de alface teve prejuízo de R$206,44/614,4 m², enquanto, em consórcio com pepino, a cultura da alface crespa 'Verônica' teve lucro operacional de R$ 157,33/614,4 m².

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